Biografia:
Caio Fernando Abreu iniciou os cursos de Letra e Artes Cênicas, ambos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas abandonou ambos para trabalhar como jornalista de revistas como Nova, Manchete, Veja e Pop. Também colaborou com jornais como O Correio do Povo, Zero Hora, Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo.
Perseguido pelo DOPS, refugiou-se na casa a escritora Hilda Hist. Exilou-se voluntariamente na Europa, Espanha, Suécia, Paises Baixos, Inglaterra e França, retornando a Porto Alegre em 1974.
Também morou no Rio de Janeiro e São Paulo. Retornou à França mas após descobri-se portador do HIV, retornou a casa dos seus pais em Porto Alegre até a sua morte.
Citações/Frases:
"Muita coisa que ontem parecia importante ou significativa amanhã virará pó no filtro da memória. Mas o sorriso (...) ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo."
(Caio Fernando Abreu)
"Um dia de monja, um dia de puta, um dia de Joplin, um dia de Tereza de Calcutá, um dia de merda."
(Caio Fernando Abreu)
"Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa."
(Caio Fernando Abreu)
"Vem, antes que eu me vá, antes que seja tarde demais. Vem, que eu não tenho ninguém e te quero junto a mim. Vem, que eu te ensinarei a voar."
(Caio Fernando Abreu)
"Amor não resiste a tudo, não. Amor é jardim. Amor enche de erva daninha. Amizade também, todas as formas de amor."
(Caio Fernando Abreu)
“Você se foi e eu afundei numa melancolia de dar gosto.”
(Caio Fernando Abreu)
"Cuide, cultive, queira o bem…O resto vem!"
(Caio Fernando Abreu)
"É no nosso encontro, cara a cara, olho a olho, que as coisas vão se definir."
(Caio Fernando Abreu)
"Acontece que entre o ainda-não-é-hora e nossa-hora-chegou, muita gente se perde. Não se perca, viu?"
(Caio Fernando Abreu)
"Talvez tudo, talvez nada. Porque era cedo demais e nunca tarde."
(Caio Fernando Abreu)
"Remar, re-amar, amar! Mesmo se esse barco estiver furado."
(Caio Fernando Abreu)